
este mapa acima e o mapa da china
a arquitetura da china
Tanto a arquitetura chinesa quanto a japonesa tiveram e continuam tendo um caráter eminentemente funcional, não apenas no que se refere à habitabilidade, mas também ao conceito de integração ao cosmo ou harmonização com a natureza.
Para os chineses, a arquitetura deveria ser uma réplica do universo. As formas quadradas, que representam a terra, e as arredondadas, que simbolizam o céu, combinam-se de tal maneira que tanto templos quanto pagodes exibem aparência semelhante em atenção a essas normas. Os imponentes pagodes chineses seriam o reflexo dos stupas indianos e posteriormente a origem de toda arquitetura monumental chinesa e japonesa
cultura da china
Na cultura chinesa os valores tradicionais eram derivados da versão ortodoxa do confucionismo, que era ensinado nas escolas e fazia até parte dos exames da administração pública imperial. Os líderes que dirigiram os esforços para mudar a sociedade chinesa depois do estabelecimento da República Popular da China em 1949 foi elevado na antiga sociedade e foi marcado com seus valores. Embora fossem revolucionários conscientes, não tiveram nenhuma intenção de transformar a cultura chinesa completamente. Como administradores práticos, os líderes do partido comunista chinês buscaram mudar alguns aspectos tradicionais, como a posse da terra e a educação rural, enquanto conservam outros, como a estrutura familiar. As mudanças na sociedade chinesa foram menores e menos consistentes do que as reivindicações dos porta-vozes oficiais.Na cultura chinesa os valores tradicionais eram derivados da versão ortodoxa do confucionismo, que era ensinado nas escolas e fazia até parte dos exames da administração pública imperial. Os líderes que dirigiram os esforços para mudar a sociedade chinesa depois do estabelecimento da República Popular da China em 1949 foi elevado na antiga sociedade e foi marcado com seus valores. Embora fossem revolucionários conscientes, não tiveram nenhuma intenção de transformar a cultura chinesa completamente. Como administradores práticos, os líderes do partido comunista chinês buscaram mudar alguns aspectos tradicionais, como a posse da terra e a educação rural, enquanto conservam outros, como a estrutura familiar. As mudanças na sociedade chinesa foram menores e menos consistentes do que as reivindicações dos porta-vozes oficiais.
Arte na China
A arte chinesa é particularmente conhecida pelas cerâmicas, existentes desde a pré-história. Um fato curioso e talvez só possível em um país oriental, é a perpetuação de alguns estilos desde aquela época até, praticamente, o século XIX. Os chineses foram ótimos exploradores das potencialidades de cada material utilizado para realizar sua arte (seja ele papel, bronze ou porcelana), preparando ritualmente as substâncias a serem aplicadas sobre eles. Em concordância à filosofia do país, que vê o homem como parte da natureza, a figura humana não recebe ênfase especial quando retratada. A perspectiva é utilizada para reforçar a idéia chinesa da arte como instrumento de revelação do mundo
dragão chines
É representado de várias formas, a mais comum é o dragão de 4 patas, cada uma com 4 dedos para frente e 1 para trás, o dragão imperial, ou carregando uma pérola numa das patas - dragão das águas marinhas
olimpiadas na china
ediar as Olimpíadas é uma oportunidade grandiosa para o país organizador. Suas cidades-sede passam por renovação visual surpreendente, com a reforma e a construção de novos estádios para abrigar infinidades de competições; além de outros edifícios, como alojamentos e hotéis para atletas e visitantes. As Olimpíadas se tornam uma ocasião de progresso e de congraçamento entre diferentes povos e culturas. Em resumo, é um cartão de visita festivo em dimensão planetária. Assim, as esperadas Olimpíadas de Pequim, a serem realizadas em 2008, serão um evento singular para a China, cujo governo já se prepara para sair, cada vez mais, do seu isolamento político, social, econômico.
A altivez demonstrada pelo seu dirigente em Atenas, porém, já custa sangue e dor ao povo de seu país, ainda dominado pela mão férrea do governo comunista de Pequim, que acena, entretanto, para tênues sinais de abertura. Durante uma visita à China, em 2001, pude constatar como as pessoas ainda temem as autoridades, apesar de desfrutarem de aparente liberdade de ir e vir. Vi poucos soldados ostensivamente armados nas ruas, mas muitos policiais com luvas brancas e celulares.
Segundo o nosso guia, celulares são mais perigosos que armas: basta teclar um código e dezenas de policiais, desta vez armados, aparecem em poucos minutos. Um jovem casal aproximou-se de nosso grupo, que caminhava descontraidamente, à noite, pelas ruas de Xian, e, num inglês precário, pediu-nos informações sobre nossa origem. Ao verem soldados se aproximando, eles se afastaram cautelosamente, para se achegarem de novo, à frente, a fim de obter informações sobre a vida fora da China. Os noticiários oficiais transmitem a imagem de uma China livre e democrática, uma estrela de primeira grandeza, a emergir entre as grandes potências.
Mas eles omitem o que se passa nos bastidores da política. Uma parcela significativa do povo ainda vive sem direito à liberdade, ao progresso social, pisoteada pelo regime que – se aparentemente demonstra liberalidade –, na realidade é um demolidor de direitos humanos, porque não permite manifestações ou protestos públicos, inclusive na esfera dos direitos mais elementares do cidadão: família, casa e trabalho.
A altivez demonstrada pelo seu dirigente em Atenas, porém, já custa sangue e dor ao povo de seu país, ainda dominado pela mão férrea do governo comunista de Pequim, que acena, entretanto, para tênues sinais de abertura. Durante uma visita à China, em 2001, pude constatar como as pessoas ainda temem as autoridades, apesar de desfrutarem de aparente liberdade de ir e vir. Vi poucos soldados ostensivamente armados nas ruas, mas muitos policiais com luvas brancas e celulares.
Segundo o nosso guia, celulares são mais perigosos que armas: basta teclar um código e dezenas de policiais, desta vez armados, aparecem em poucos minutos. Um jovem casal aproximou-se de nosso grupo, que caminhava descontraidamente, à noite, pelas ruas de Xian, e, num inglês precário, pediu-nos informações sobre nossa origem. Ao verem soldados se aproximando, eles se afastaram cautelosamente, para se achegarem de novo, à frente, a fim de obter informações sobre a vida fora da China. Os noticiários oficiais transmitem a imagem de uma China livre e democrática, uma estrela de primeira grandeza, a emergir entre as grandes potências.
Mas eles omitem o que se passa nos bastidores da política. Uma parcela significativa do povo ainda vive sem direito à liberdade, ao progresso social, pisoteada pelo regime que – se aparentemente demonstra liberalidade –, na realidade é um demolidor de direitos humanos, porque não permite manifestações ou protestos públicos, inclusive na esfera dos direitos mais elementares do cidadão: família, casa e trabalho.
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